Em saúde, ninguém estranha uma segunda opinião antes de uma decisão importante. Em contabilidade, ela serve ao mesmo propósito: conferir se o regime tributário, o enquadramento e as obrigações da empresa estão corretos, sem que isso signifique trocar de escritório.
Por Marcos Alberto Trovo — Contador Responsável Técnico, CRC-SP 285717/O-7. Ciências Contábeis com 28 anos de experiência no mercado financeiro assessorando pequenas e médias empresas antes de fundar a Alvo Gestão Contábil em Jundiaí. Conheça a Alvo ou fale pelo WhatsApp (11) 96592-7355.
O motivo quase nunca é desconfiança do profissional atual. É a dúvida legítima de quem assina por uma empresa e não tem como conferir sozinho se o regime, o enquadramento e as obrigações estão corretos. Alguns momentos tornam essa conferência especialmente útil.
Em qualquer desses cenários, a revisão responde com fatos. Se o que aparecer for uma certidão travada, o caminho está em certidão negativa de débitos.
A revisão olha para o que mais pesa no bolso e no risco da empresa: regime tributário, enquadramento da atividade, situação cadastral, obrigações entregues, forma de retirada dos sócios e folha. O escopo é combinado antes, e o resultado é um parecer objetivo sobre estes pontos:
O resultado é um parecer objetivo: o que está correto, o que merece ajuste e qual a ordem de prioridade.
A decisão é do empresário. Há três desfechos comuns: a revisão confirma que está tudo certo, aponta ajustes pontuais que o contador atual pode fazer, ou revela problemas de fundo que levam a avaliar a troca de escritório. Nenhum deles é obrigatório.
Quem chega ao terceiro cenário encontra o processo descrito em trocar de contador em Jundiaí. Mas a segunda opinião existe justamente para que essa decisão seja tomada com informação, e não por impressão.
O exercício da profissão e a responsabilidade técnica do contador são regulados pelo Conselho Federal de Contabilidade; a revisão por outro profissional habilitado é prática legítima e comum.
Dúvidas comuns de empresários de Jundiaí sobre o tema. Se a sua não estiver aqui, fale com a Alvo.
Tirar minha dúvida →Não. A segunda opinião é uma revisão independente e pontual. O parecer pode ser levado ao escritório atual para os ajustes.
Só se o empresário quiser. A revisão é feita a partir de documentos e acessos que pertencem à empresa. Compartilhar o resultado é uma decisão do empresário.
Em geral, balancetes recentes, declarações entregues, guias dos últimos meses, contrato social e acesso de consulta aos sistemas oficiais. A lista é ajustada ao escopo combinado.
O Diagnóstico Inicial da Alvo é gratuito e já indica se há pontos que merecem revisão aprofundada. A revisão detalhada é dimensionada conforme o escopo.
É um resultado útil. Confirma que regime, enquadramento e obrigações estão corretos e permite decidir os próximos passos com segurança.
A revisão identifica se o regime e o enquadramento são os adequados à operação. Havendo alternativa legal mais favorável, ela é apresentada com os números; não há promessa de redução.
Sim, em toda a cidade e região, com atendimento presencial e remoto. O Diagnóstico Inicial com Marcos Alberto Trovo é o ponto de partida, sem custo e sem compromisso.
No Diagnóstico Inicial, Marcos Alberto Trovo faz uma primeira leitura do regime, do enquadramento e da situação cadastral da sua empresa. Sem custo e sem compromisso.
Este conteúdo tem caráter informativo. Conforme o Código de Ética Profissional do Contador (NBC PG 01), decisões tributárias específicas devem ser tomadas com base em análise concreta do caso, mediante contratação de profissional habilitado. Exigências, taxas e prazos são definidos pelos órgãos competentes e podem mudar; consulte sempre a fonte oficial.